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23:39

Entrevista com membros do grupo Máfia Otaku

Entrevista na íntegra com membros do Grupo de Entretenimento Geek, Máfia Otaku, de Salvador-Ba, Yuri Santana da Silva (Yureta) e Lucas Marques



Farofa Kawaii: Então, meninos, quero saber de vocês... Ha quanto tempo existe a Máfia Otaku?

Yuri Santana da Silva: Olha...

Lucas Marques: Cerca de uns quase 3 anos, começamos no final de 2011. Éramos um grupo de chat no msn conhecido como "chat pré anipolitan"

Yuri Santana da Silva: Na verdade... informalmente surgimos em 2010, no msn. xD
Mas referente ao grupo como ele é hoje, final de 2011 mesmo.

Farofa Kawaii: Hum... Então, foi meio que espontâneo, né?

Lucas Marques: Por aí

Yuri Santana da Silva: Sim. Não existia a pretensão de tomar as proporções que tomou. O chat, inicialmente, era apenas um ponto de resenha dos "conhecidos", ou seja, aqueles otakus que sempre frequentaram os encontros de cultura oriental e se conheciam de vista.
Como ele foi crescendo com o passar do tempo, migramos para o face...
E atualmente formamos boa parte do público dos grandes eventos.
Daí a necessidade de reconhecer como um grupo de verdade e promover encontros nesses intervalos.
Sobre esses eventos, o Lucas pode falar melhor que eu. xD

Farofa Kawaii: E de onde surgiu a ideia para o nome "Máfia Otaku"

Lucas Marques: Simples, eu e outro membro, o Jurouni, criamos um grupo de cosplay de Katekyo Hitman reborn, que é com temática de máfia isso ainda nos encontros de pouca gente do chat, aí uma vez eu acabei colocando umas 70 pessoas numa livraria (kkkkk) todo mundo até hoje fala disso.

Yuri Santana da Silva: Né? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Lucas Marques: Daí pegamos todos os convidados do evento e colocamos no grupo, aí o nome máfia pegou.

Farofa Kawaii: Que legal!

Yuri Santana da Silva: Até porque, no começo a Máfia se resumia a nossa panelinha, né. Depois que foi atraindo simpatizantes e se tornou o que é.

Lucas Marques: Isso!

Farofa Kawaii: Hum...

Yuri Santana da Silva: Então o nome "Máfia" traduz bem essa intimidade.

Farofa Kawaii: Vocês disseram que não imaginavam que chegariam a essas proporções... como lidam com isso?

Yuri Santana da Silva: O grupo sofreu algumas mudanças. Aumentamos o número de administradores e delegamos funções específicas para cada um. Firmamos grandes parcerias e estamos ainda em processo de adaptação ao novo público, que cresce a cada dia.

Lucas Marques: Atualmente pode-se dizer que somos um grupo de entretenimento geek (rsrs), nós organizamos alguns eventos como o dia do cosplay aqui de SSA e sempre divulgamos os eventos com mesma temática por aqui, somos basicamente difusores de cultura geek por assim dizer.



Farofa Kawaii: Ainda sobre o grupo...
O que vocês planejam para o futuro? Muitos planos e sonhos?


Lucas Marques: Temos objetivos visando eventos grandes como o Anipolitan, já que só temos praticamente 2 eventos por ano, seria bom termos pelo menos mais um, e vejo que no futuro nós conseguiremos ter um evento desse porte

Farofa Kawaii: Nossa, espero que consigam!

Lucas Marques: Nós também (rsrs).

Farofa Kawaii: Sobre os eventos: o Cosday foi um evento aberto, numa praça, vocês tiveram alguma dificuldade quanto a isso?

Lucas Marques: Tivemos apenas umas adversidades monetárias (kkkk) já que nós nunca recebemos nada pra fazer o que fazemos, às vezes o dinheiro sai do nosso bolso.

Yuri Santana da Silva: Exatamente. Mas mesmo que consigamos patrocínio no futuro, não abriremos mão dos nossos objetivos iniciais, que é promover encontros abertos e difundir a cultura em questão para os nossos membros.
Lidamos com uma galera bem light, nunca soube de casos de violência em algum encontro nosso. A dificuldade mesmo era encontrar um espaço público que comportasse tanta gente sem transtornos.
As praças foram as melhores opções. xD


Farofa Kawaii: Esse evento será na mesma praça que o Cosday?

Lucas Marques: Sim
Yuri Santana da Silva: Yeah

Farofa Kawaii: Como os moradores vêem esses eventos? Eles gostam, levam na boa?

Lucas Marques: Na maioria das vezes ficam curiosos e alegres, alguns até descem pra participar.

Yuri Santana da Silva: A galera adora, porque enchemos a praça. xD


Farofa Kawaii: Alguém da Máfia mora por lá?

Lucas Marques: Não que eu saiba

Farofa Kawaii: Como encontraram aquele lugar então?! É tão escondido, cara... mas, é perfeita: é linda e calma!

Lucas Marques: Geralmente é alguém que trabalha perto ou já frequentou a praça...

Farofa Kawaii: O que planejam para esse evento de domingo?

Yuri Santana da Silva: Iremos acumular alguns materiais a serem exibidos posteriormente, como o vídeocast. Sobre as demais atividades, como a gincana otaku, o Lucas pode entrar em maiores detalhes.


Farofa Kawaii: O que ser videocast? o.O

Yuri Santana da Silva: Conhece podcast?

Farofa Kawaii: Aaah... Entendi, eu acho

Lucas Marques: Quanto às atividades do evento pretendemos ter aniokê, e uma gincaninha a princípio.
A gincana seria composta em maior parte por quiz, mas podemos fazer alguns desafios também.

Yuri Santana da Silva: E Luis já iniciou um jogo beneficente.

Farofa Kawaii: Que legal...
Pode falar sobre esse jogo?

Lucas Marques: Ele postou no grupo, quem levar mais alimentos para a doação ganha uma touquinha como prêmio simbólico e os alimentos arrecadados serão doados à uma igreja que realiza ações beneficentes.

Farofa Kawaii: Sugoii!
Meninos, achei o máximo a história de vocês...
foi muito inspiradora!

E, pra quem se interessou pelo grupo e quer fazer parte dessa família,
junte-se ao grupo no Facebook: Máfia Otaku


Priscila Ribeiro
12:50

Fanfic: Obsessão

Essa Fanfic é baseada no filme de animação japonesa "5 Centímetros por Segundo", então qualquer semelhança entre essa fic e o filme, não é uma coincidência. Aproveitem! - Amanda Amaral










Era primavera, as cerejeiras estavam no auge de sua beleza. Hinata as amava. Nós parávamos em frente a uma cerejeira sempre que podíamos, e a admirava. Sempre que o vento corria em volta das flores, fazendo com que elas caíssem, abríamos os braços, fechávamos os olhos e simplesmente aproveitávamos esse momento considerado arrebatador.


Tinha uma cerejeira na entrada da escola, era a maior que eu já vi, seu tronco era grosso e passava uma imagem imponente. Um dia, quando estávamos na escola, decidimos ir vê-la no intervalo, e assim foi. Mal ouvimos o som do sino e saímos correndo, derrubando tudo que víamos. Quando chegamos lá, ofegantes, percebemos que as flores começavam a cair. Eu lembro que pensei que ela ia abrir os braços e fechar os olhos como fez tantas vezes antes nesses momentos, mas ela não o fez. Em vez disso, ela falou:

- Ei... – Ela começou.
- O que? – Eu disse.
- Dizem que são 5 centímetros por segundo- Ela falou, os olhos perolados brilhando.
- Unh?- Eu resmunguei, confuso.
- A velocidade em que elas caem – Ela informou. 

Acordei assustado, suado e ofegante, e sentei do lado direito da cama. Passei meus olhos vagarosamente pelo relógio, 3h28min da manhã. Isso vinha acontecendo à alguns dias, eu não conseguia controlar. Deitei-me novamente na cama, com as mãos atrás da cabeça.
Isso é patético, estressante, angustiante e mal, muito mal. Parece que esses sonhos vêm á noite só pra me lembrar de algo que nunca vou poder alcançar, algo que tinha em minhas mãos e deixei escapar: do passado. Mas, como eu poderia intervir? Eu era uma criança, e pra minha má sorte, meus pais se mudavam muito por causa do trabalho.
Em uma dessas vezes, eu conheci a menina que mudaria completamente a minha vida dali em diante. O nome dela era Hinata. Ela não era igual ás outras, bem, ela tinha dois olhos uma boca e um nariz como todas, mas, eu não me sentia igual perto dela. De alguma forma, o seu jeito me trazia de volta do rio de raiva em que eu estava mergulhado. E, além disso, a sua boca, mesmo formulando palavras simples e conhecidas, eu as ouvia de modo diferente, elas soavam como se viessem de outra dimensão. Ela era minúscula e delicada, e, por isso, despertava em mim um instinto protetor. E eu? Eu era um idiota frio e arrogante que amolecia diante dela. Eu continuava sendo eu mesmo, mas menos ameaçador. Apesar da minha natureza e a dela serem opostas, nos tornamos grandes amigos.
Depois de um tempo, descobri que ela vivia se mudando por causa do emprego dos pais, assim como eu, e isso serviu pra nos unir ainda mais. Sempre estávamos juntos, seja indo pra casa, brincando, fazendo dever, passeando, conversando, e não sei quando entre esses momentos nos apaixonamos, mas aconteceu, como se fosse algo inevitável.
Sim, nos apaixonamos, pensei que a sorte tinha sorrido pra mim, mas, depois de 6 meses descobri que ela, a sorte, só estava brincando comigo, me dando felicidade e depois a arrancando sem aviso. Era como se ela tivesse gritado “Passou da validade!”.
Meus pais tinham que se mudar outra vez, dessa vez pra bem longe, longe o bastante pra um trem bala não poder juntar nossas mãos em menos de 8 horas de viagem. Primeiro veio a raiva, depois a tristeza. Meu coração doeu tanto que tive que me encolher. As lágrimas não caiam. Eu estava num estado de negação. Simplesmente não podia acreditar que isso estava acontecendo, era injusto demais. Fiquei com pena de mim mesmo, e, logo em seguida, me senti culpado. Eu não tinha que sentir pena de mim, e sim de Hinata.
Quando contei a ela a notícia, numa noite, sentados num banco de praça, assisti seus olhos ficarem arregalados e, em seguida, uma lágrima rolar por seu rosto. Eu sentia a dor dela, mas não havia nada que eu pudesse fazer. Nós passamos o resto daquela noite abraçados, e prometemos que nunca deixaríamos de mandar cartas um pro outro.
Cumprimos a promessa. Todo fim de semana, quando eu recebia uma carta dela, eu enviava uma, e assim continuou. Na escola nova, eu não passava de um fantasma com 14 anos chamado Sasuke que passava pelos corredores a caminho da sala de aula, da biblioteca, ou da sala de arco e flecha. Se antes eu era frio, agora eu estava perto de ser uma geada humana. Eu pensava nela sempre que sentia a sua falta, o que era a maior parte do tempo. Eu tentava não enlouquecer ou ficar com depressão, o que não era um feito normal meu. Meu único amigo era um menino chamado Koichi, íamos a alguns lugares juntos, como todo garoto normal. Acho que ele percebia que tinha algo errado comigo, mas não tocava no assunto, seja por educação ou por ser pessoal demais.
Quando estava perto do natal, no 1° ano que eu passei na nova cidade, recebi uma carta de Hinata em que ela marcava um encontro comigo na cidade intermediária entre Utsunomiya, a minha e Oomiya, a dela ás 7: 00 horas, 24 de dezembro. Eu fiquei feliz e também ansioso. As pessoas notavam a mudança repentina no meu humor. A cada dia ficava mais ansioso, e por isso, sempre estava nervoso. Decidi escrever uma carta contando tudo o que sentia, mesmo que ela já soubesse, só pra reafirmar, e algumas coisas mais. Devo ter jogado milhares de folhas fora na tentativa de escrever uma carta decente. No final, consegui fazer uma.
No dia do encontro, embarquei no trem das 4:00 da tarde, pra chegar lá antes do horário marcado. Acabou que, quando saí da estação de Utsunomiya começou a nevar, e, se nevasse demais, o trem iria ter que parar em algum ponto por causa de “complicações”. 
Quando passamos pela estação de trem de Tengushi, os prédios começaram a desaparecer subitamente do campo de visão. Minha suposição estava certa, mas não achei que atrasaria tanto. O trem parou não só em Nogi e Mamada, mas também em Kurihashi e Oyama. As estações pareciam incrivelmente distantes uma da outra e o trem parava em cada estação por um longo período de tempo. O lento passar do tempo, junto com minha fome incessante só serviam pra enfraquecer o meu espírito.
Eu chegaria 4:00 atrasado. Eu ficava toda hora mexendo a carta em meu bolso, me perguntando se ela entenderia o motivo, se ela iria embora pensando que eu não iria. Essas indagações rodavam em minha mente como uma ventania, e isso machucava. Como tinha ficado o caminho todo na porta, me sentei, derrotado. Ela iria embora, eu tinha certeza. Apertei a carta em minha mão, as lágrimas começaram a cair, e de repente, eu estava soluçando. Eu chorei o caminho todo, e, quando o trem finalmente parou na estação do encontro, eu não tinha mais esperança, nem a procurei.
Quando estava caminhando em direção a sala de espera, alguém me chamou, mas não foi por que a pessoa me chamou que eu olhei pra trás, foi por causa de sua voz, e eu só ouvi essa voz vindo de uma pessoa: Hinata. Nossos lábios se contraíram em um sorriso e praticamente corremos um pro outro e nos abraçamos. Eu suspirei, aliviado, ela não tinha ido embora. Ficamos olhando um pro outro, procurando as mudanças nos nossos rostos, e, quando acabamos, entrelaçamos nos mãos e fomos pra sala de espera. Conversamos e rimos muito, um dos momentos melhores da minha vida, e, como o próximo trem só viria de manhã por causa da neve, era um tempo consideravelmente grande pra se aproveitar. Ela tinha preparado um bentou, estava delicioso. Mesmo fazendo um frio congelante lá fora, fomos caminhar e paramos debaixo de uma cerejeira que não tinha muitas flores e nos sentamos. Em algum momento, fizemos silêncio, em sintonia, tudo que queríamos era aproveitar a companhia um do outro. Quando o frio tornou-se insuportável, voltamos pra estação de trem e nos arranjamos nuns bancos largos o bastante e dormimos.
Na manhã seguinte, na hora da partida, como se não pudéssemos nos permitir ir embora sem esse contato, nos beijamos lenta e longamente. Quando nossos lábios se colaram, todas as partes do meu corpo se aqueceram, meu corpo ficou leve como uma pena e eu não pensei mais em nada, não até que eu entrei no trem. Um turbilhão de pensamentos me atingiu, sim, eu estava feliz, mas quando percebi que tinha me separado dela outra vez, uma parte de mim ficou triste. Essa parte sabia que não nos veríamos depois de um longo tempo, ou nunca mais. Não me lembrei de entregar a carta.
Minha vida continuou, junto com as cartas. Mas... Depois de um tempo, a quantidade de cartas estava diminuindo até que não chegou mais. Não fazia sentido. Ela havia esquecido de mim?  Eu tinha feito alguma coisa que ela não gostou no nosso encontro? Ela tinha se apaixonado por outra pessoa? Aconteceu alguma coisa com ela? Ela tinha desistido de me amar por ser difícil demais? Ela... Simplesmente se cansou de mim? Será que ela achou o nosso romance inocente e infantil demais? È real o bastante pra mim, por que não pra ela? Eu não conseguia pensar em alguma resposta plausível. Cada vez mais perguntas diferentes surgiam em minha cabeça, até que eu não tinha mais, nem meu cérebro apaixonado conseguia criar mais desculpas pra a falta de retorno das cartas que eu mandava. Depois que ela deixou de me mandar cartas, eu só enviei mais três, não aguentava mais ficar esperando alguma resposta.
Eu chorei como nunca chorei na vida, ás vezes só era som, sem lágrimas. Eu estava definitivamente ficando louco. Nenhuma emoção me atingia. Eu me desliguei. Eu tentei muito tirar ela da cabeça, tentava me convencer de que ela não existiu, de que isso era normal, afinal, há tantas pessoas no mundo sofrendo por isso, por que não eu? Procurava um jeito de me conformar. Até que cheguei no meu limite. Sem entender o motivo dessa obsessão, eu apenas continuei vivendo.
Pouco a pouco, eu consegui viver a vida normalmente depois dessa fase de domesticação da mente, mas tenho esses sonhos. Na verdade, são mais lembranças. Elas me cansam, é como uma sessão de tortura reservada pra noite. Agora, já com 18 anos, encontrei um motivo pra tanto sofrimento. Acho que... No ato de viver, vão se acumulando tristezas aqui e ali, nos tecidos colocados ao sol pra secar, na única escova de dentes no banheiro, ou...  nas palavras contidas em uma carta.
“Ainda agora... Eu continuo amando você”, isso foi o que a garota que eu conheci 4 anos atrás disse em uma das centenas de cartas que recebi. Mas mesmo que nós tivéssemos trocado milhares cartas, nossos corações provavelmente não teriam se aproximado nem 1 centímetro. Nesses últimos anos eu só caminhei em busca daquilo que não podia alcançar, embora eu não fosse capaz de definir o que era isso.
Fechei meus olhos, sabendo que no dia seguinte, e no outro, e no outro, eu sonharia de novo. Então, um dia, quando acordei depois de ter esses sonhos, eu percebi que o meu coração havia se tornado vazio, não sobrando nada além da dor.


                                                                  FIM



12:43

Fanfic: Wedding Dress

NOTAS: Essa fanfic é baseada na música Wedding Dress (Tae Yang, mas eu também botei algumas frases da versão em inglês). Coloquei alguns trechos dela pra ficar mais emocionante e suas traduções estão nas falas de Kiba em itálico. Os que estão em itálico e com as aspas são os pensamentos dele. 
Boa leitura. - Vick Belo


Wedding Dress
Olho meu reflexo no espelho. Aperto a gravata preta em meu pescoço e fecho os botões da camisa social branca que estou usando. Coloco as mãos no bolso e me vejo, estava bem apresentável devia admitir mas quando olhava nos meus olhos, eu via a tristeza. Eu simplesmente não acreditava que era hoje o dia de seu casamento.


Oneuri oji ankireul
Geureoke na maeil bam gidohaenneunde
 
Como eu rezei todas as noites para que esse dia nunca chegasse.
Saiu do meu quarto e vou em direção a sala, pego as chaves e encontro Akamaru me observando deitado no chão. Dou um sorriso triste e me agacho alisando sua cabeça, ele me olha tristemente. Sorri de novo, Akamaru era/é meu companheiro de longa data, seria impossível ele não perceber a minha situação.
- Vai ficar tudo bem Akamaru, você vai ver. – Falo tentando convencer não só Akamaru, mas também, a mim mesmo de que eu realmente ficaria feliz por você.
Ele choramingou e lambeu minha mão, ele sabia que eu não ficaria bem, pelo menos, não tão cedo. Olho no relógio e percebo que já era hora do meu pesadelo começar. Acaricio mais uma vez a cabeça de Akamaru e me dirijo a porta da sala saindo andando pela rua calmamente. A cerimonia seria no Clã Uchiha que era do outro lado da vila mas eu estava adiantado, ainda faltava uma hora para a mesma começar.
Hinata...


Nae mameul mollajowtdeon
Nega neomu miwoseo
Gakkeumeun nega bulhaenghagil nan baraesseo
Você nunca soube o que eu sentia por você e eu te odiei tanto por isso. Algumas vezes desejei que você fosse infeliz mas era só ver seu sorriso, sua gentileza que essa raiva iria embora e eu, literalmente, virava um cachorrinho a sua frente. Se você pedisse para eu me jogar do monumento dos hokages, eu faria sem pensar duas vezes. Ri de minha própria piada. Mas a pior parte é que eu
Nan sumeuljug yeo
Ttoipsureul kkaemureo
Tenho que esconder o que sinto por você. Se você descobrisse isso nos afastaria. Eu já iria te perder como mulher e já me encontrava neste estado, não quero nem imaginar como ficaria se perdesse sua amizade.
Continuo caminhando até chegar ao meu destino. O local, que era a mansão principal Uchiha, estava lindo. O jardim muito bem cuidado estava enfeitado com varias rosas brancas, sua flor favorita; As cadeiras também brancas estavam em fileiras e apontando para um pequeno altar improvisado mas elegante, digno,pode-se assim dizer; Também havia um tapete branco entre uma das fileiras que dava ao altar. Dou mais uma olhada admirado, nem parecia que houve uma chacina a anos atrás aqui. Percebo que não estou sozinho no local e me aproximo de um grupo de conhecidos meus.Comprimento algumas pessoas como Shikamaru, Neji e Shino tentando dar meu maior sorriso, afinal minha amiga estava se casando com o amor dela, eu devia estar feliz, devia.

- Shino, Hinata já chegou?

- Já, esta lá no fundo esperando a cerimonia começar. – Respondeu ele serio como sempre. Elesabia dos meus sentimentos em relação a Hinata mas ele também sabia que eu não seria louco o bastante para estragar a felicidade dela.

Me afasto do grupo e procuro a sala que Shino mencionou. Não demorei muito para encontra-la, afinal, era uma enorme que estava atrás do altar no jardim. Bato na porta e ouso um entre. Adentrando ao local vejo um anjo, ou melhor, uma deusa. Nunca em meus 25 anos de idade vi algo tão belo quanto Hinata naquele vestido de casamento. Fico admirando-a até que ela me chame e eu desperte das minhas fantasias.

-Desculpe por isso Hina, mas você está linda.

Ela corou. Kami-sama, se existe algo mais belo do mundo, esse algo é Hinata corando. Fico com esses pensamentos até que me lembro que você irá se casar com Uchiha Sasuke, não comigo. Abaixo meu olhar triste para que você não percebesse.

- Está tudo bem Kiba-kun? – Você pergunta se aproximando de mim e tentando ver meus olhos.

- Está, só que...Hina
Noraega ullimyeon ije neoneun
Geuwa pyeongsaengeul hamkkehajyo
 - Quando a música começar a tocar, você vai prometer passar o resto da sua vida com ele. 

- Falo desviando de suas pérolas que são seus olhos. Você cora e sorri.

- Eu sei Kiba-kun. Estou tão feliz por me casar com alguém que eu amo. – Olho para você e sinto uma pontada no peito. Hinata, você estava, realmente, muito feliz, reluzente, eu tinha que ficar feliz por você também, era minha obrigação como seu amigo, mas você a anos tem sido mais do que uma amiga para mim.

- Hinata...
Promise me, you won’t let anyone hurt you

- Me prometa que não deixará ninguém te machucar.

- Por que esta dizendo isso Kiba-kun? – Você me pergunta mas eu não ouso olhar em seus olhos.

- Por favor Hina, só prometa.

- H-Hai. – Você fala gaguejando. Dou um sorriso triste e olho para você.

- O passado daquele Uchiha ainda é muito obscuro, não gosto disso e você sabe. – Você acena positivamente com a cabeça o que me da coragem para continuar.

Remember, I will always be here for you,

-Se lembre, eu sempre estarei aqui por você... – Falo e você sorri alegre. Não resisto e sorriu da mesma forma.

Even if it kills me to see you in that wedding dress.

“Mesmo que me mate te ver nesse vestido de casamento”.

- Obrigada Kiba-kun. – Você fala e me abraça, retribuo ficando por alguns minutos assim com você; Ficaria a eternidade mas eu tinha que encarar os fatos, você não me amava da mesma forma que eu a amo. Ouço batidas na porta e nos separamos um pouco.

- Hina, é Hanabi, já iremos começar. – Falou sua irmã mais nova do lado de fora.

- Estou indo Hanabi. –Você fala olhando para a porta como se ela estivesse aqui e depois para mim. – Tenho que ir Kiba-kun.

-Sim, claro. – Minha voz sai triste mas você está tão feliz que nem percebe. – Estou indo para o meu lugar, ja-nee Hinata. – Falou já com a mão na maçaneta.

- Ja-nee Kiba-kun. – Você fala sorrindo. Retribuo e saio antes que eu faça alguma besteira.

Me dirijo ao meu lugar que é ao lado de Shino quando percebo seu futuro marido no altar. Ele não me notou ali, não fazia questão mesmo, para mim, só você importava. Não demorou para que você entrasse ao lado de seu pai pelo tapete branco. Você sorri alegremente para o Uchiha, o sorriso mais lindo que já vi, não sabia se ficava admirado ou me martirizava por saber que esse sorriso não era para mim. Olho na direção do Uchiha e percebo que ele também sorria, e o que foi pior, da mesma forma que você. Senti outra pontada, nunca vi Sasuke Uchiha sorrindo daquela forma para ninguém, então isso significava que ele também te amava.
Hyuuga Hiashi, assim como você, chega ao lado do Uchiha, fala alguma coisa que eu não entendo mas faz Sasuke acenar positivamente com a cabeça e olhar para você estendendo a mão em sua direção.
Jebal geuui soneul japjima
“Por favor, não segure a mão dele.” Pensei mas você fez justamente ao contrario

‘Cause you should be my Lady
“Porque você deveria ser minha garota.” Pensei mais uma vez vendo a cerimonia começar. Isso não podia ser verdade, eu não queria acreditar que você amava Uchiha Sasuke e ele a você.

- Você,Uchiha Sasuke, aceita Hyuuga Hinata como sua legítima esposa? – Pergunta o padre ao Uchiha. Por Kami-sama Sasuke, diga que não e fuja com a Sakura que até hoje faz juras de amor a você.

- Sim, aceito. – Ele respondeu olhando para você e você sorriu.

-E você Hyuuga Hinata, aceita Uchiha Sasuke como seu legítimo esposo?

Should be me
“Deveria ser eu.” Meu nome devia estar nessa pergunta. 

- Aceito.

Should be me
“Deveria ser eu.”Hinata... Você devia dizer aceito para mim.

- Se alguém possui algo contra esse casamento, fale agora ou cala-se para sempre. – perguntou o padre observando as pessoas sentadas assim como você e o Uchiha. Shino olhou para mim e eu tive que usar todas as minhas forças para não acabar com aquilo tudo de uma só vez. Passaram-se alguns segundos para o religioso continuar com a cerimonia.

- Então, pelo poder a mim investido, eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.

Vocês se olharam e se beijaram apaixonadamente. Quantas e quantas vezes eu já sonhei com você me beijando desse jeito; Noites perdidas pelo visto. Todos se levantaram aplaudindo o mais novo casal, todos exceto eu que fiquei sentado. Eu perdi, simplesmente isso, eu perdi você,Hinata.

Senti meus olhos e nariz formigarem. Não, eu não iria chorar, pelo menos, não agora, na sua frente, você perceberia e ficaria triste por mim, o que resultaria em um Shino Aburame me matando mais tarde.

Me levanto e percebo que você estava no meio do jardim com vários convidados desejam felicidades aos dois. Aproveitei esse momento em que todos, inclusive você, estavam alheiros a mim e peguei um anel no meu bolso da calça e começo a acaricia-lo com as pontas dos meus dedos. Eu o comprei a alguns anos, sempre te amei e era meu sonho te pedi em casamento um dia, quando tivesse coragem. O anel era simples mas muito bonito, assim como você, simples, entretanto, de uma simplicidade linda.

Deixo de olhar o anel e olho para você sorrindo e cumprimentando a todos a sua volta. Esse sonho nunca se realizaria. Largo o anel e o deixo cair no chão. Observo-o e saiu logo em seguida de uma forma que você não me veja. Caminho pelas ruas do Clã vazio perdido em meus pensamentos... Perdido em você...Hinata...

Some say it ain’t over till it’s over, but I guess it’s really over now.

Alguns dizem que não está acabado até que esteja acabado, mas eu acho que esta realmente acabado agora. Ver você alegre daquele jeito me machucou muito pois eu sei que não seria eu que te faria feliz mas, ao ver aquela cena, me fez perceber que você estava com alguém que amava e era amada da mesma forma. Você, por anos, se martirizava por amar Uzumaki Naruto e não ser correspondida e agora, aqui esta você, casada, não com o loiro hiperativo do Naruto, mas sim com alguém que você conheceu por meio dele e se apaixonou.

Paro de andar. Ainda estava no Clã Uchiha mas a mansão principal já estava longe. Olho para atrás e penso. “Hinata...

Nae chorahaetdeon moseupdeureun da ijeojwo
Por favor, esqueça o quão triste eu estava.

Budi geuwa haengbokhae
Neoreul ijeul su itge
Birok handonganeun na jugeul
Mankeum himi deulgetjiman
Por favor, seja feliz com ele, só assim eu poderei te esquecer. Eu sei que vai ser insuportavelmente difícil pra mim por muito tempo ainda...Mas... Eu passei 13 anos vendo você amar outros caras que não fossem eu, posso sobreviver o resto da minha vida.”

FIM
18:15

Naruto Ninja Storm Revolution: Bandai divulga o terceiro trailer do jogo.


A Nanco Bandai Games divulgou no último dia 06/04 o terceiro trailer do mais novo jogo da franquia "Ninja Storm" do Naruto. Segundo informações da própria empresa o game irá contar com mais de 100 personagens selecionáveis e está previsto para o segundo semestre desse ano pros consoles da Sony e da Microsoft.
O jogo promete vir com muitas novidades e modificações, principalmente em seus modos de batalha.
Confiram aqui o terceiro trailer completo:

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